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Funcionamento de nosso Estande de Tiro:
. Quartas-feiras (todas do mês) das 10:00h às 13:00h e das 14:00h às 20:00h

. Sábados (1º, 2º e 3º do mês) no horário de 09:00h às 15:00h

. Domingos (4º do mês) no horário de 09:00h às 13:00h

Estande de Tiro: Rua Comandante Ary Parreiras, 2.177 – Paraíso – São Gonçalo/RJ – CEP 24430-000. 

veja como chegar

 

Você sabe o que é uma Guia de Tráfego (GT)?

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Você sabia que existem pessoas legalmente autorizadas a transportarem vários tipos de produtos controlados, como armas, munições, metralhadoras, blindados, cordéis detonantes e até explosivos?

De acordo com o Decreto 3.665/2000, Guia de Tráfego – GT é o “documento que autoriza o tráfego de produtos controlados”. Trata-se de um documento, emitido pelo Comando do Exército, com abrangência nacional definida, que dá o direito de uma pessoa trazer consigo produtos controlados.

Munido deste documento, a prática do transporte destes produtos não é crime, contravenção, nem ilícito administrativo, devendo a fiscalização policial, aduaneira ou de qualquer espécie, portanto, permitir o livre percurso do transportador.

É importante que todos, especialmente, os policiais e militares, saibam reconhecer uma GT que pode ser emitida em formatos distintos.

 

O preparo psicológico para o combate – Proteção de PMI

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O preparo psicológico do combate está em igualdade de importância, de acordo com Jeff Cooper, com as suas habilidades de manuseio de armas, não devendo, portanto, ser subestimado.

Um grande desafio do combate armado, não é proteger a si mesmo, mas proteger também a terceiros. Seja em uma operação de guarda costas, segurança privado, proteção militar ou civil de dignatários, ou protegendo sua família ou amigos, quando se depara com uma grave ameaça, a reação dos nossas PMI (Pessoas Muito Importantes) é idiossincrásica, ou seja, varia bruscamente de pessoa para pessoa.

Imagine-se protegendo uma PMI de alto risco em um percurso terrestre, a pé. De repente, um disparo de arma de fogo inopinado. Em treinamentos de proteção de alto risco, os operacionais são orientados a agarrar e cobrir a PMI, deslocando-se em um bloco até o abrigo ou cobertura mais próximo.

Mas e se a PMI sai correndo, pra fora do alcance do líder de equipe? E se aquele dignatário de 150 kg resolve se jogar no chão e cobrir a cabeça bem na frente da fonte de ameaça? Você e sua equipe estão preparados?

Existem dois cenários terríveis para fracassar uma operação:

a) Um ou mais operador treinado em conjunto com uma ou mais pessoas destreinadas.

b) Um grupo formado por operadores treinados com conceitos diferentes.

O primeiro, é um caso clássico. Relatos desta natureza são feitos com uma frequência assustadora. Você é um super treinado operador, letrado em técnicas e táticas de tiro em 32 tipos de ambientes distintos. Treinou 40 horas sucessivas de CQB dentro da sua casa, apenas para se proteger de uma possível ameaça de um invasor. Até que finalmente esse dia chega. Você percebe um som dentro de sua casa, pela câmera de segurança você identifica o número de invasores (apenas um), a arma (um revólver) o local onde ele está (sala 1) e o sentido que ele segue (rumo ao corredor 1). Você treinou centenas de vezes a emboscada no choke point do corredor, desliga a chave geral, coloca a distração atrás do – agora desesperado – invasor que sem atenção vai em direção à sua armadilha. Tudo corre perfeitamente quando você tenta se deslocar e percebe um peso de 60 kg no seu braço esquerdo: sua esposa. – Amor, não vá!

Você hesita pelo inusitado, tempo suficiente para acabar com a sua vantagem de tempo e fator surpresa. Agora você está num combate em igualdade condições, o que é péssimo.

O segundo caso é semelhante. Imagine uma equipe de especialistas em suas respectivas áreas, que jamais treinaram juntos. O que aconteceria quando este grupo experimentasse o caos? A falta de coesão do time faria com que cada um tomasse a medida para qual foi treinado, independentemente de estar em consonância com o grupo, aproximando-se cada vez mais do fracasso.

O treinamento psicológico deve envolver o inusitado. Pessoas com grande ligação emocional, como familiares, ou com grande poder, como contratantes, tendem a ter uma influência acima da média sobre o operador, em situações de estresse, se comparados com desconhecidos.

O que deve ser feito com os apelos da PMI? Comete ao líder de equipe decidir, mas é preciso que o operador esteja pronto para colocar em prática seu trenamento, e não perder seu desempenho e foco por conta dessas distrações não raramente ignoradas durante a preparação do combatente.