FTPRJ -PREMIAÇÃO DA TEMPORADA 2017

Aos nove dias do mês de dezembro, reuniram-se os sócios atletas e ilustres convidados da FTPRJ na Associação de Tiro Duque de Caxias (ATDC), a fim de confraternizar e premiar o esforço de todos durante esse ano de 2017.
Foi um sábado de sol de primavera regado por um belo almoço, amigos, brincadeiras, e tudo aconteceu num ambiente agradável e sadio.
A cerimônia de premiação foi conduzida pelo Presidente Augusto Bauer e seu Diretor Paulo Roberto, auxiliados pelo Vice-Presidente Carlos Estrella e o Assessor da Presidência Lourival Junior. Clique https://www.ftprj.org.br/galeria/visualizar/16 para visualizar algumas fotos dos agraciados dos Campeonatos de 2017.
A Presidência da FTPRJ declara que, graças a presença e participação de todos durante o Campeonato 2017, todos somos CAMPEÕES. Sem a dedicação de todos os atletas, em especial aos novos e antigos talentos, nada seria possível. O nosso MUITO OBRIGADO!
O Clube de Tiro Calibre 12 agradece a participação de todos os seus Atletas que fizeram parte da Etapa de 2017 da
Federação de Tiro Prático do Rio de Janeiro -FTPRJ.
O C12 Parabeniza e Agradece a todos vocês:
LEANDRO CAMPOS ROSA – 2º NO SR/OVERALL – 5º NO TRP/OVERALL
RILDO ANJOS – 3º NO SR/OVERALL – 1º SR/SÊNIOR – 1º TRP/SÊNIOR – 6º NO TRP/OVERALL
ANDERSON LEMBRANZZA LESSA = 8º NO SR/OVERALL – 8º NO TRP/OVERALL
LEONARDO NOGUEIRA DIAS = 17º NO SR/OVERALL – 18º NO TRP/OVERALL
FABRICIO RAYMUNDO SOARES = 20º NO SR/OVERALL – 20º NO TRP/OVERALL
SR= Saque Rápido / TRP= Tiro Rápido de Precisão

AUTORIZADO O PORTE DE TRÂNSITO PARA ATIRADOR DESPORTIVO

UMA GRANDE VITÓRIA PARA OS PRATICANTES DO ESPORTE DO TIRO

MINISTÉRIO DA DEFESA

EXÉRCITO BRASILEIRO

PORTARIA Nº 28, DE 14 DE MARÇO DE 2017

DOU de 20/03/2017 (nº 54, Seção 1, pág. 18)

Extrato…

Altera a Portaria nº 51- Colog, de 8 de setembro de 2015 e substitui a Portaria nº 61 – Colog, de 15 de agosto de 2016, que dispõe sobre normatização administrativa de atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça, que envolvam a utilização de Produtos Controlados pelo Exército (PCE).

O COMANDANTE LOGÍSTICO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IX do art. 14 do Regulamento do Comando Logístico, aprovado pela Portaria do Comandante do Exército nº 719, de 21 de novembro de 2011; o art. 24 da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003; o art. 263 do Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), aprovado pelo Decreto nº 3.665, de 20 de novembro de 2000; e de acordo com o que propõe a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), resolve:

Art. 1º – A Portaria nº 51 – Colog, de 8 de setembro de 2015 passa a vigorar com as seguintes alterações:

I – Inclusão dos artigos 26-A,102-A, 135-A e dos anexos B2, K e L:

“Art. 135-A – Fica autorizado o transporte de uma arma de porte, do acervo de tiro desportivo, municiada, nos deslocamentos do local de guarda do acervo para os locais de competição e/ou treinamento.”

 

Conheça nosso Clube. Venha nos visitar e atirar conosco.

Telefone: (21) 3619-8118 / 96484-8187 (whatsapp) ou por nosso formulário de contato

Funcionamento de nosso Estande de Tiro:
. Quartas-feiras (todas do mês) das 10:00h às 13:00h e das 14:00h às 20:00h

. Sábados (1º, 2º e 3º do mês) no horário de 09:00h às 15:00h

. Domingos (4º do mês) no horário de 09:00h às 13:00h

Estande de Tiro: Rua Comandante Ary Parreiras, 2.177 – Paraíso – São Gonçalo/RJ – CEP 24430-000. 

veja como chegar

 

O preparo psicológico para o combate – Proteção de PMI

O preparo psicológico do combate está em igualdade de importância, de acordo com Jeff Cooper, com as suas habilidades de manuseio de armas, não devendo, portanto, ser subestimado.

Um grande desafio do combate armado, não é proteger a si mesmo, mas proteger também a terceiros. Seja em uma operação de guarda costas, segurança privado, proteção militar ou civil de dignatários, ou protegendo sua família ou amigos, quando se depara com uma grave ameaça, a reação dos nossas PMI (Pessoas Muito Importantes) é idiossincrásica, ou seja, varia bruscamente de pessoa para pessoa.

Imagine-se protegendo uma PMI de alto risco em um percurso terrestre, a pé. De repente, um disparo de arma de fogo inopinado. Em treinamentos de proteção de alto risco, os operacionais são orientados a agarrar e cobrir a PMI, deslocando-se em um bloco até o abrigo ou cobertura mais próximo.

Mas e se a PMI sai correndo, pra fora do alcance do líder de equipe? E se aquele dignatário de 150 kg resolve se jogar no chão e cobrir a cabeça bem na frente da fonte de ameaça? Você e sua equipe estão preparados?

Existem dois cenários terríveis para fracassar uma operação:

a) Um ou mais operador treinado em conjunto com uma ou mais pessoas destreinadas.

b) Um grupo formado por operadores treinados com conceitos diferentes.

O primeiro, é um caso clássico. Relatos desta natureza são feitos com uma frequência assustadora. Você é um super treinado operador, letrado em técnicas e táticas de tiro em 32 tipos de ambientes distintos. Treinou 40 horas sucessivas de CQB dentro da sua casa, apenas para se proteger de uma possível ameaça de um invasor. Até que finalmente esse dia chega. Você percebe um som dentro de sua casa, pela câmera de segurança você identifica o número de invasores (apenas um), a arma (um revólver) o local onde ele está (sala 1) e o sentido que ele segue (rumo ao corredor 1). Você treinou centenas de vezes a emboscada no choke point do corredor, desliga a chave geral, coloca a distração atrás do – agora desesperado – invasor que sem atenção vai em direção à sua armadilha. Tudo corre perfeitamente quando você tenta se deslocar e percebe um peso de 60 kg no seu braço esquerdo: sua esposa. – Amor, não vá!

Você hesita pelo inusitado, tempo suficiente para acabar com a sua vantagem de tempo e fator surpresa. Agora você está num combate em igualdade condições, o que é péssimo.

O segundo caso é semelhante. Imagine uma equipe de especialistas em suas respectivas áreas, que jamais treinaram juntos. O que aconteceria quando este grupo experimentasse o caos? A falta de coesão do time faria com que cada um tomasse a medida para qual foi treinado, independentemente de estar em consonância com o grupo, aproximando-se cada vez mais do fracasso.

O treinamento psicológico deve envolver o inusitado. Pessoas com grande ligação emocional, como familiares, ou com grande poder, como contratantes, tendem a ter uma influência acima da média sobre o operador, em situações de estresse, se comparados com desconhecidos.

O que deve ser feito com os apelos da PMI? Comete ao líder de equipe decidir, mas é preciso que o operador esteja pronto para colocar em prática seu trenamento, e não perder seu desempenho e foco por conta dessas distrações não raramente ignoradas durante a preparação do combatente.